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O Bolsa Família passou por mudanças importantes que tornam o benefício mais justo e eficiente. Agora, o cálculo considera o número de pessoas que vivem na casa, suas idades e condições específicas, como gestação, amamentação e presença de crianças ou adolescentes.
Critérios de renda
- Extrema pobreza: renda de até R$ 218 por pessoa;
- Pobreza: renda entre R$ 218,01 e R$ 660 por pessoa, com crianças, gestantes ou adolescentes no lar.
Esses critérios permitem que o governo direcione o auxílio de forma mais precisa, beneficiando quem realmente precisa de apoio. O programa mantém ainda o Benefício Extraordinário de Transição, que impede reduções abruptas para famílias que migraram do Auxílio Brasil.
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Composição do benefício
- Valor base: R$ 142 por integrante;
- Benefício Primeira Infância: R$ 150 para crianças de até 6 anos;
- Benefício Variável Familiar: R$ 50 para gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes até 18 anos;
- Benefício Extraordinário: valor adicional que garante estabilidade durante a transição.
Quem tem prioridade
- Famílias chefiadas por mulheres;
- Lares com gestantes, crianças ou adolescentes;
- Pessoas com deficiência ou idosos sem renda;
- Famílias em situação de rua.
Condições para manter o benefício
- As crianças devem frequentar a escola (mínimo de 60% a 75% de presença);
- Carteira de vacinação em dia;
- Gestantes precisam realizar o pré-natal;
- Atualização do CadÚnico a cada dois anos.
Como se cadastrar
- Vá até o CRAS com documentos de todos os membros da família;
- Cadastre-se ou atualize seu registro no CadÚnico;
- Aguarde a análise e aprovação;
- Receba o pagamento pelo aplicativo Caixa Tem ou com o cartão.
As informações aqui apresentadas estão atualizadas conforme o programa Bolsa Família. Consulte sempre o site da Caixa Econômica Federal ou o CRAS da sua cidade para orientações oficiais.
O Bolsa Família é mais do que um auxílio financeiro: é um instrumento de transformação social que promove dignidade e oportunidades para milhões de brasileiros.